O que fazemos


A Akassá é uma agência cultural global que integra curadoria, consultoria, gestão e circulação internacional. Realiza festivais, turnês, projetos multidisciplinares e estratégias de internacionalização artística.

Atua entre Brasil, América Latina, África, Europa e Ásia criando experiências que aproximam artistas, instituições e circuitos culturais. É criadora dos festivais Conexão e Língua Terra, e desenvolve curadorias em música, dança, teatro, cinema e artes visuais.

Curadoria

Desde 2004, a Akassá atua em curadoria multidisciplinar (música, dança, teatro, cinema, artes visuais), desenvolvendo projetos que promovem diversidade estética e circulação em diferentes contextos culturais.

Realiza criação de festivais autorais, curadoria de programações para instituições e desenho de recortes que articulam territórios e linguagens. Se especializou em world music, jazz, música contemporânea e diálogos afro-diaspóricos.

Entre os projetos estão o Festival Língua Terra, em Portugal, que conecta países lusófonos, além de colaborações com festivais e plataformas no Brasil, América Latina, África e Europa.

Sua prática curatorial parte de uma escuta atenta às cenas contemporâneas e pesquisa contínua sobre circulação, diversidade estética e relações culturais entre territórios.


Gestão e produção

A Akassá desenvolve projetos culturais de forma integrada, da concepção à execução, incluindo captação de recursos e gestão de todas as etapas do processo.

Atua na estruturação de projetos especiais, festivais, turnês e ações de intercâmbio, articulando equipes, parceiros institucionais e agentes culturais em diferentes países.

Entre suas produções e coproduções estão shows, festivais e programas especiais realizados no Brasil e no exterior, com artistas como Tom Zé, Naná Vasconcelos, Lazzo Matumbi, Tiganá Santana e BaianaSystem, entre outros. 

Projetos especiais

Destacam-se o Festival Conexão, que começou com a intenção de difundir a cultura de Pernambuco para outras partes do país. Posteriormente se expandiu, transformando-se em um intercâmbio entre artistas pernambucanos e de outros estados brasileiros. Em nova fase, passou a conectar a música do estado – nomes como Otto, Nação Zumbi, Naná Vasconcelos – a circuitos da América Latina, promovendo intercâmbios e circulação internacional.

E o Festival Língua Terra, realizado em Portugal, que articula artistas de países lusófonos e cria diálogos entre África, Europa e América Latina, com abertura para cenas asiáticas contemporâneas. Anualmente recebe nomes de destaque, como Bonga e Paulo Flores (Angola), ou Élida Almeida (Cabo Verde).

Também realiza projetos especiais como Dorival Negro Caymmi, que reuniu nomes como Tiganá Santana e Lazzo Matumbi no Auditório Ibirapuera em homenagem a Dorival Caymmi; Onze Sambas e Uma Capoeira, com nomes como Tom Zé, Iara Renno e Emicida em homenagem a Paulo Vanzolini no SESC Pompeia, entre outros. [ver mais sobre projetos especiais]

A Akassá atua ainda no campo da produção cinematográfica, acompanhando o desenvolvimento dos projetos desde as fases iniciais, com atenção à viabilidade, captação de financiamento, logística e distribuição.


Circulação de artistas

A Akassá atua no agenciamento de artistas brasileiros e internacionais, realizando booking e estruturando turnês de artistas brasileiros na Europa e na África, além de organizar apresentações de artistas estrangeiros no Brasil.

A circulação internacional é um eixo central de sua atuação, desenvolvendo estratégias para inserção e consolidação de artistas em diferentes mercados, articulando turnês, residências artísticas, festivais e projetos de intercâmbio.

Com presença na América Latina, África, Europa, América do Norte e Ásia, conecta artistas a contextos diversos e amplia o alcance de suas trajetórias. A circulação é entendida como parte de um processo contínuo de troca cultural, construção de redes e fortalecimento da presença internacional.

Trouxe para o Brasil nomes como: Orlando Julius (Nigéria), Heliocentrics (Reino Unido), Yissi García (Gana), Aline Frazão (Angola), Omar Sosa (Cuba), Elida Almeida (Cabo Verde), Coladera (Brasil/Portugal/Cabo Verde), Systema Solar (Colômbia), Pat Thomas (Gana), Paulo Flores (Angola), Manecas Costa (Guiné-Bissau), Throes + The Shine (Portugal/Angola), Morbo y Mambo (Argentina), La Yegros (Argentina), Cheick Tidiane Seck (Mali), Ches Smith (Estados Unidos), Antônio Arnedo (Colômbia), Carlos Malta (Brasil), Satoko Fujii (Japão), Tim Berne (Estados Unidos), Puerto Candelaria (Colômbia), Ondatropica (Colômbia).

E levou para outros países artistas brasileiros como: Bia Ferreira (Pontevedra, Portugal; Vila Nova de Gaia, Espanha), Rincón Sapiência (Cidade da Praia, Cabo Verde; Portugal), Dori Caymmi (Portugal), Tom Zé (Dinamarca; Portugal; Alemanha), BaianaSystem (Portugal; Londres, Reino Unido; Espanha), Roberta Campos (Cabo Verde; Portugal), Larissa Luz (Portugal), Grupo Saracotia (Argentina; Colômbia).

Consultoria

A Akassá também atua em consultoria cultural para instituições, festivais e projetos artísticos, oferecendo apoio estratégico desde as etapas iniciais de concepção.

Esse trabalho envolve pesquisa, desenho e estruturação de projetos, definição de programação artística, articulação de redes e elaboração de estratégias de circulação e posicionamento internacional.

A consultoria é orientada pela experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas de atuação no campo cultural e pelo conhecimento dos circuitos nacionais e internacionais da música e das artes.

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