Bia Ferreira


Bia Ferreira é cantora, compositora, e ativista. Faz uso de sua música para educar, conscientizar e passar informações a respeito das demandas de luta do movimento anti-racismo no Brasil.

Mineira, cantora, compositora, multi instrumentista e produtora musical, Bia Ferreira conquistou o Brasil com a canção “Cota Não é Esmola”, canto de resistência antirracista, que circula dos programas de TV às manifestações nas ruas. A voz de Bia abala as estruturas racistas, machistas e LGBTIfóbicas desta sociedade. 

Bia se prepara para lançar seu álbum de estréia, “Um Chamado”, previsto para o segundo semestre de 2019. O disco conta com canções já conhecidas como “Cota não é esmola”, “Não precisa ser Amélia” e “De dentro do AP” , que teve um clipe lançado em abril/2019 pautando a interseccionalidade do feminismo, e algumas canções inéditas.

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Rincon Sapiência


Mc e beatmaker de SP. Seu rap agrega elementos das músicas africana e eletrônica. O rapper Rincon Sapiência é um artista de destaque na cena musical brasileira. Com a originalidade de suas composições, marcadas por influências das músicas africana, eletrônica, jamaicana e vertentes do rock, desde o ano 2000 ele traduz em versos inteligentes e sagazes as experiências vividas nas ruas da periferia paulistana.

Com a originalidade de suas composições, marcadas por influências das músicas africana, eletrônica, jamaicana e vertentes do rock, desde o ano 2000, o artista traduz em versos inteligentes e sagazes as experiências vividas nas ruas da periferia paulistana desde os anos 80. Abordando questões raciais e sociais no contexto da metrópole, Rincon Sapiência apresenta um rap com clima de positividade, sem prejuízo à postura crítica do discurso, resultado da sua notável fome de rima aliada à sua habilidade nata de jogar com as palavras. Versátil, ele também atua como beatmaker em seus próprios trabalhos.

A universalidade da música e dos temas abordados pelo repertório de Rincon favorecem o seu trânsito em outros círculos que não sejam necessariamente periféricos. Sua forte identidade artística, reforçada por um estilo original, também está presente nos clipes “Elegância”, “Transporte Público”, “Linhas de Soco”, “Profissão Perigo” e “Coisas de Brasil”. Como ator, Rincon contracenou com o ator Wagner Moura no filme “A Busca”, dirigido por Luciano Moura, seguida da participação no filme “Jonas”, dirigido por Lô Polliti, do qual também participaram os rappers Criolo e Karol Conka.

Após a repercussão do EP SP Gueto BR (2013), produzido de maneira independente por ele mesmo, em maio de 2017 Rincon Sapiência lançou Galanga Livre, seu tão aguardado álbum de estreia. Aprimorando a originalidade de suas composições, no novo disco o rapper revela maturidade poética e musical em 11 faixas e mais duas bônus tracks. O disco, lançado pelo selo Boia Fria Produções, contou com coprodução do experiente William Magalhães (Banda Black Rio), entrando para a lista da APCA dos 50 melhores álbuns da música brasileira de 2017 e ganhou dois troféus do Superjúri no Prêmio Multishow daquele ano, nas categorias Melhor Produção Musical e Melhor Capa. Além disso, a premiação também rendeu a Rincon Sapiência o título de Revelação do Ano, reforçado pela sua eleição como Artista do Ano pela Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA). Desde então, Rincon Sapiência tem trabalhado na divulgação do álbum no Brasil e no exterior, período em que também reafirmou a sua versatilidade artística em parcerias musicais com Sidney Magal, Alice Caymmi, Rubel, Drik Barbosa e Iza.

*Prêmio Multishow 2017 de Revelação do Ano
*Prêmio Multishow 2017 de Melhor Produção Musical com o disco “Galanga Livre”
*Prêmio Multishow 2017 de Melhor Capa com o disco “Galanga Livre”
*Prêmio de Artista do Ano 2017 pela Associação Paulista dos Críticos de Artes (APCA)
*Prêmio Bravo! de Cultura 2017 com o disco “Galanga Livre”
*Prêmio Profissionais da Música 2018 de Melhor Artista de Hip Hop

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La Mambanegra


La Mambanegra é uma poderosa orquestra de música latina. Seu veneno tem como substância o molho nova-iorquino dos anos 70 e, por sua vez, integra elementos da música jamaicana, funk e hip-hop.

Inspirada na história de um herói mítico e anônimo do Barrio Obrero, que teve uma série de aventuras fantásticas em Cali, Havana e Nova York, esta orquestra traz um novo conceito de salsa e música latina ao mundo.

Destacada como uma das 5 bandas colombianas que a revista Billboard deve conhecer, o La Mambanegra encerrou o ano de 2015 com um fecho de ouro: foi programado ao lado de bandas como Bomba Estéreo, ChocQuibTown, Pedrina e Rio e Herencia de Timbiqui. Seu álbum foi apresentado nos melhores de 2015 por Semana, Arcadia e publicações internacionais.

La Mambanegra é uma poderosa orquestra de música latina. Seu veneno tem como substância o molho nova-iorquino dos anos 70 e, por sua vez, integra elementos da música jamaicana, funk e hip-hop.

Inspirada na história de um herói mítico e anônimo do Barrio Obrero, que teve uma série de aventuras fantásticas em Cali, Havana e Nova York, esta orquestra traz um novo conceito de salsa e música latina ao mundo.

http://www.mambanegralatin.com/mamba/
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Spotify: La Mambanegra

Puerto Candelaria


Puerto Candelaria é um grupo inovador e explosivo da Colômbia, que por duas décadas foi parte fundamental do movimento que redefiniu a indústria da música nos últimos tempos na América Latina e é um dos principais representantes internacionais da nova música colombiana, com centenas de shows em festivais, mercados culturais e grandes mostras de arte na Europa, Ásia, América do Norte e do Sul.

Sob a direção do músico gênio e vencedor do Grammy Latino Juancho Valencia, Puerto Candelaria propõe uma viagem sonora ousada através de Cumbia, Rock, Ska, Chucu Chucu, World Music e seus próprios gêneros: Jazz a la Colombiano e Cumbia Underground.

O prestígio de Puerto Candelaria é confirmado em um conceito maduro e cheio de humor, dança, teatro e diversão, que imediatamente infecta o público quando ouvem seus sucessos “Amor e Dívidas”, “Cumbia Rebelde”, “Amor fingido” E outros que convidam dança louca ou reflexão profunda. Sua proposta foi objeto de estudos em instituições como o Berklee College of Music, o Conservatório de Música de Roterdã ou Pequim, e é “Puerto Candelaria Sinfónico” o programa que mostra sua máxima versatilidade ao unir a solenidade do som sinfônico a um festa louca.

Depois de anos de trabalho incansável na cena musical independente sob seu próprio selo, Merlin Productions, Puerto Candelaria é hoje uma influência notável nas novas gerações musicais e uma referência para um modelo de sucesso na indústria cultural.

https://www.puertocandelaria.com/
https://www.facebook.com/PuertoCandelaria/
Spotify: Puerto Candelaria

Morbo y Mambo


MORBO Y MAMBO é uma banda de rock que incentiva a dança. Formada em 2007 por Marplateans, com sede em San Telmo, Buenos Aires, sua música transita no dub, entrando e saindo de um funk frontal, aterrissando no kraut rock e inevitavelmente emana um halo psicodélico.

Eles fizeram três turnês no Brasil que incluíram shows no Rio, São Paulo, São Carlos e Belo Horizonte, nas quais dividiram palcos com Curumin, Do Amor e Bixiga 70, entre outros.

Em outubro de 2012, eles tocaram antes de mais de 1000 pessoas enlouquecerem no festival MoLA (organizado pelo histórico Circus Voador de Lapa, RJ). Esse show teve um condimento nigeriano: Oghene Kologbo, guitarrista da Africa 70, a lendária banda de Fela Kuti se juntou ao set.

Em abril de 2013, durante sua última visita ao Brasil, eles foram o grupo escolhido para abrir, no mesmo Circus Voador, a apresentação do disco Los Sebosos Postizos (núcleo de Naçao Zumbi tocando Jorge Jorge) para um público de 3000 pessoas.

Eles abriram Tame Impala e tUnE-yArDs em suas visitas à Argentina e fecharam o primeiro Festival Latino-Americano Afrobeat em um Konex lotado, onde também apresentaram o show audiovisual de Morbolivia com Miss Bolivia. Eles participaram do Festival da Cidade Emergente de 2012; Eles foram convocados com El Mató para uma Polícia Motorizada para o festival RS LIVE, organizado pela revista Rolling Stone.

O TRImarchi DG, a mais importante convenção de design gráfico da América Latina, os escolheu para fazer parte dos shows que acontecem durante o evento, bem como nas festas audiovisuais do Good Night TRImarchi (BNT).

Em 2014, eles foram a banda escolhida para abrir o Music Wins Festival em Buenos Aires, dividindo o palco com Metronomy, The 2 Bears e Four Tet. Eles editaram dois EPs, “Handleness” (2009) e “Das Papier” (2011) Dois LPs, “Morbo e Mambo” (2011) e “Boa” (2014).

Em 2015, apresentaram Boa, editado pela Exiles Records em LP e CD, com shows em Buenos Aires, Mar del Plata, Córdoba, Mendoza e Montevidéu. Nesse mesmo ano, eles fizeram parte da trilha sonora do filme americano Focus e gravaram uma música com Verónica Condomí com uma produção de Leo Sujatovich para uma compilação editada pelo CIAM (Centro de Pesquisa Aplicado à Música). Eles fizeram sua primeira turnê pelo Chile, passando pela Rádio USACH, Casa de Salud (Concepción), El Clan, e o encerramento do mercado e o festival de música latino-americano IMESUR para mais de 4000 pessoas no Parque Balmaceda, Stgo.

https://www.facebook.com/morboymambo/
Spotify: Morbo y Mambo

Carlos Malta e Antonio Arnedo


Carlos Malta e Antonio Arnedo são dois multisopristas que traz, em suas artes fortes influências da música folclórica de suas terras: Brasil e Colômbia.

Compositores e arranjadores eles também possuem em sua construção musical a verve afro-jazzista, que se mostrou em várias direções nos dois países, influenciando seus estilos. Dialogam através de seus saxofones, flautas, pífanos e gaitas, passeando por suas composições que traduzem uma grande afinidade musical ao mesmo tempo que revela a originalidade no estilo de cada um.

Spotify: Carlos Malta

Quinteto da Paraíba


O Quinteto da Paraíba, grupo criado e residente há três décadas no Departamento de Música do CCTA/UFPB, é hoje um dos mais renomados grupos de música de câmara do Brasil.

Trafegando com versatilidade entre a música de concerto e a música popular, o Quinteto da Paraíba tem 6 CDs gravados (Armorial & Piazzolla, Música Armorial, Capiba & Gonzagão, A Pedra do Reino, Nau Capitânia de Itamaracá e Ao Vivo em New York), outros CDs completos ou em parceria com diversos intérpretes e compositores (Xangai, Chico César, Lenine, Sivuca, Virgínea Rosa, Toninho Ferragutti, Antônio Nóbrega), além de participações em CDs, DVDs, trilhas sonoras de filmes (Central do Brasil, Gonzaga: De Pai pra Filho, Por 30 Dinheiros, Death Letters), shows, concertos e turnês no Brasil e no exterior.

O Grupo que é formado por renomados Instrumentistas da Paraíba e foi apresentado pelo selo Kuarup (1995) como: “Uma das melhores surpresas instrumentais do Brasil nos últimos anos, um quinteto de cordas com técnica de música de câmara e suingue de música popular”.

O Quinteto da Paraíba surgiu com a proposta de divulgar a obra de compositores brasileiros, mas é no Nordeste do Brasil que encontra sua mais pura inspiração. Embaixador desta rica vertente musical, o grupo que é considerado o responsável pelo resgate do Movimento Armorial conquistou méritos da crítica especializada nacional e internacional. A conceituadíssima revista The Strad de Londres, enalteceu os valores do Quinteto da Paraíba em matéria especial, assim como as revistas Gramophone, Classic FM Magazine, Repertoire e Diápason, brindaram o grupo com elogiosas críticas.

No Brasil, o Quinteto se tornou conhecido do grande público por constantes aparições nas TVs Cultura, Educativa, Senac, Senado e Globo, em Concertos, Workshops e programas ao vivo, assim como pela sua participação nos mais importantes festivais de música do pais. Em 2007 o Quinteto se apresentou junto do cantor e compositor Chico César na abertura dos Jogos Pan-Americanos, no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro. O Quinteto da Paraíba já se apresentou na América do Sul (Chile, Argentina) e Europa (Áustria, Bélgica, França, Espanha, Itália, Holanda e Portugal). O Quinteto em 2008 gravou a faixa Martelo Bigorna no CD Labiata do cantor e compositor Lenine, com arranjo de Xisto Medeiros, que foi incluída na trilha da novela O Caminho das Índias da Rede Globo e ganhou o Grammy Latino de 2009.

Iniciou, em 2016, o projeto Quinteto Convida. A ideia do projeto é receber cantores e/ou instrumentistas para dividir o palco com o Quinteto da Paraíba, revisitando suas obras ou homenageando outros artistas. Em outubro de 2016, recebeu o cantador Xangai. Em 2017, aconteceram os encontros com Carlos Malta, em janeiro; com o maestro Nelson Ayres, em março; com Toninho Ferragutti, em junho; com Zeca Baleiro, em agosto (comemorando os seus 20 anos de carreira fonográfica); com o Duofel, em outubro; e com a cantora Mônica Salmaso, e a participação especial de Nelson Ayres, em dezembro.

Em 2018, a programação teve início com o maestro Spok, em fevereiro; com Jessier Quirino, em abril; com Marcelo Jeneci, em junho; com Carol Panesi & Marco César, em agosto; com Escurinho & Totonho, em outubro; com Ceumar, Duo Sánches/Galiana & Spok, em dezembro.

Em Janeiro de 2019, ano em que o grupo comemorou 30 anos de sua criação, o Quinteto realizou, à convite da prestigiosa Syracuse University, New York/EUA, residência artística, com atividades de masterclasses, workshops e concertos, incluindo a gravação de áudio e transmissão ao vivo do Setnor Auditorium Crouse College daquela universidade. Em fevereiro de 2019, o projeto teve seu encerramento com a reapresentação do show com a cantora Mônica Salmaso, com participação do maestro Nelson Ayres.

quintetodaparaiba.com.br
Ouça no Spotify: Quinteto da Paraíba

Lazzo Matumbi


Natural de Salvador, Lazzo Matumbi é conhecido pelos fãs e jornalistas como “a voz da Bahia”, é referência para toda uma geração de cantores de blocos no estado.

Desde os anos 60 ele frequentava os sambas juninos dos bairros da Garibaldi e do Gantois, na capital baiana. E foi ainda adolescente que se viu envolvido com a música, a partir da percussão.

Acompanhou a formação de várias escolas de samba e blocos de índio que desfilavam no carnaval de Salvador. No início dos anos 70, virou diretor de bateria do bloco ‘Bafo do Jegue’ e compôs seu primeiro samba, que passou a ser cantado pelo bloco, pois, até então, só executavam marchinhas de carnaval.

Em 1978, Lazzo foi convidado para compor a ala de canto do Ylê Aiyê, bloco afro conhecido como ‘o mais belo dos belos’. Depois de quase uma década, saiu para pesquisar outras sonoridades, sem jamais se desligar do samba.

Suas influências musicais são, principalmente, Marvin Gaye, Ray Charles, Bob Marley e Jimmy Cliff. Ao conhecer o reggae seu coração e mente reviraram, descobrindo uma música libertadora. Como um soar dos guetos, a voz de Bob Marley lhe trouxe a percepção das denúncia sobre variadas formas de exploração ao povo negros da Jamaica, o que fez Lazzo traçar um paralelo da questão racial no Brasil.

Em 1991 um outro encontro marcou sua vida: foi com Jimmy Cliff, que convidou Lazzo para abrir seus shows e fazer com ele uma turnê por diversos países, se apresentando como percussionista e backing vocal de Jimmy em vários continentes.

Estando na Jamaica, Lazzo conheceu de perto a obra do seu grande ídolo Bob Marley. Por influência desta viagem, Lazzo produziu o álbum “Arte de Viver”, segundo disco da sua carreira.

De um modo geral, a musicalidade de Lazzo mescla samba, soul, jazz, reggae, batuques africanos, maracatu, ijexá, aguerê, alujá e tantas outras células rítmicas da ‘nação iorubaiana’.

Roberto Mendes, compositor santoamarense, artista diversas vezes gravado por Maria Bethânia, afirma que “Lazzo é dono de uma voz cheia de magia e encantamentos, que dispensa racionalidade e os ensinamentos acadêmicos, visto que nasceu pronta. Seu modo de cantar é resultado de uma herança africana marcante, única. e nova”, destaca.

Ele tem 08 (oito) discos gravados. São estes:
2013 – LAZZO MATUMBI
2005 – LAZZO MATUMBI – AO VIVO
2000 – NADA DE GRAÇA
1989 – ARTE DE VIVER
1988 – ATRÁS DO POR DO SOL
1985 – FILHO DA TERRA
1983 – VIVER, SENTIR E AMAR
1981 – Compacto simples com as obras Salve a Jamaica (lado1) e Guarajuba (lado 2).

A liberdade criativa de Lazzo ultrapassa as fronteiras do gênero musical. Apontado como um dos maiores artistas da Música Popular Brasileira, foi indicado, em 2013, ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias “Melhor Álbum” (com o disco Lazzo Matumbi) “Melhor Cantor”. No momento prepara um novo disco, com título provisório de “Minha Paz”.

https://www.lazzomatumbi.com
Spotify: Lazzo Matumbi

Höröyá


Höröyá é um grupo de música instrumental, da cidade de São Paulo, Brasil, composto por nove integrantes, entre brasileiros e africanos, que tem como influência: culturas tradicionais de países do oeste africano, como Guiné, Mali e Senegal; diversas vertentes afro-brasileiras, como o samba e toques de candomblé; o afrobeat da Nigéria e de Gana e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz.

A instrumentação segue a diversidade cultural das influências, com diversos timbres nas composições. Instrumentos tradicionais africanos como ngoni, dunun, djembe, balafon, krin, sabar e tama, soando junto com a brasilidade dos atabaques, berimbaus e cuíca, e a contemporaneidade de guitarras, baixo, saxofones, trombones e trompetes, o grupo propõem uma nova musicalidade, resignificando origens e influências das matrizes africanas.

Höröyá é uma palavra de origem Mandeng, cultura do oeste da África, que significa “liberdade”, “autonomia”, “dignidade” e foi o termo usado durante a luta anti-colonialista na Guiné, para a afirmação de seus caminhos e ideais.

https://www.grupohoroya.com

Tiganá Santana


Tiganá Santana Neves Santos (Salvador, 29 de dezembro de 1982) é um cantor, compositor, violonista e poeta brasileiro.

Iniciou os estudos de violão clássico aos 14 anos de idade. Aos 16 anos já compunha, em várias línguas africanas e europeias. Criou o seu próprio violão, que chamou de violão-tambor, com afinação, textura e disposição cordofônica próprias.

Graduou-se em Filosofia pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Estudou as estruturas linguísticas dos idiomas kimbundu e kikongo, faladas em Angola e no Congo.

Em 2010 mudou-se para São Paulo. No mesmo ano lançou o seu primeiro CD “Maçalê”, que significa “o poder de orixá em mim”, contendo 12 faixas de sua autoria. Também compôs canções gravadas por Virgínia Rodrigues, que as lançou no disco Mama Kalunga, em 2015.

Seu segundo álbum, “The Invention Of Color” foi escolhido pela principal revista europeia de música, Songlines, como um dos 10 melhores álbuns lançados em todo o mundo. Logo depois grava no Senegal o disco “Tempo & Magma”.

ÁLBUMS