As Bahias e a Cozinha Mineira


As Bahias e a Cozinha Mineira é um trio musical brasileiro, formado na Universidade de São Paulo em 2011 onde a banda começou a se apresentar em festas universitárias. O grupo possui fortes influências de Gal Costa e do Clube da Esquina, e tem como mote na música identificar as formas de expressão das mulheres.

Raquel Virgínia, Assucena Assucena e Rafael Acerbi se conheceram no curso de História da Universidade de São Paulo por volta de 2011. Da convivência, algumas ideias já se colocaram como projeto musical.

O primeiro álbum da banda, Mulher, foi gravado durante três anos, em meados de 2012 e lançado oficialmente em 2015. O segundo álbum, “Bixa“, foi lançado em 2017.

Em 2019, As Bahias e a Cozinha Mineira anunciaram novo álbum, “Tarântula“. Segundo os integrantes da banda, Raquel Virginia, Rafael Acerbi e Assucena Assucena, o álbum de dez músicas trata sobre o desgaste do amor, resistência, política, solidão, entre outros.

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Ricardo Herz e Nelson Ayres


Nelson Ayres, pianista, maestro, arranjador, compositor, referência na música instrumental encontra Ricardo Herz, que vem revolucionando o violino na música popular. O duo mostra improvisação, swing, fluência, com repertório arrojado e divertido. É uma chance única de ver a tradicionalíssima formação violino e piano explorada de forma totalmente inusitada por esses dois ícones da música instrumental.

Spotify: “Duo”, de Nelson Ayres e Ricardo Herz

Lucas Estrela


Lucas Estrela é músico, compositor e artista visual. Nasceu em 6 de Março de 1992 em Belém/PA. Aos 15 anos ingressou na Escola de Música da UFPA no curso de violão clássico, optou pelo contrabaixo elétrico alguns anos depois, quando começou a tocar profissionalmente. Em 2011, fundou o trio instrumental Enquadro e iniciou seu trabalho de composição e produção de seu trabalho solo, com foco no tecnobrega e guitarrada.

“A base é guitarra, bases eletrônicas e elementos percussivos da música tradicional paraense. Mas outras ideias vão sendo adicionadas a essa fórmula, sempre com a ideia de promover uma aproximação entre a música regional da Amazônia e a música eletrônica global moderna”

Lucas Estrela

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Vinícius Sarmento


O violonista de 7 cordas e compositor Vinícius Sarmento tinha 8 anos quando começou a tirar os primeiros acordes e aos 10 já se apresentava profissionalmente. Tendo o choro como sua porta de entrada para a música, Vinicius foi além, procurando imprimir sua marca ao jeito de tocar violão, com uma linguagem bem particular.

Roberta Campos


Indicada ao Grammy Latino 2016 na categoria “Melhor Álbum de MPB” com o disco “Todo Caminho é Sorte”, Roberta Campos é um dos novos nomes que aparecem em um time de grandes cantoras da MPB.

Mineira de Caetanópolis, aos 11 anos ingressou para o mundo da música ao descobrir, no violão, o parceiro de todas as horas. De lá pra cá, trabalhou tocando em bares, saraus e afins, até reunir suas composições para gravar seu primeiro disco “Para Aquelas Perguntas Tortas”, de forma independente, em 2008.

Após, vieram os discos Varrendo a Lua, Diário de Um Dia e Todo Caminho é Sorte, celebrados em seu DVD “Todo Caminho é Sorte – Ao Vivo – 10 anos de carreira”, gravado em apresentação única, em julho de 2018, no Teatro Porto Seguro.

A cantora e compositora coleciona sucessos como “Abrigo”, que esteve na trilha sonora da novela “O Outro Lado do Paraíso”; “Minha felicidade”, tema de abertura da novela ” Sol Nascente”; “Todo Dia”, trilha sonora da novela “Órfãos da Terra” e “De Janeiro a Janeiro”, canção gravada em parceria com Nando Reis e que alcançou a marca de mais de 40 milhões de visualizações na internet e os primeiros lugares nas rádios de todo o Brasil.

Roberta vem se destacando como autora de canções que compõem trilhas sonoras de diversas novelas e hits que alcançam os primeiros lugares das rádios brasileiras; além de parcerias em composições com nomes como Humberto Gessinger, John Ulhôa, Fagner, Fernanda Takai, Paulo Mendonça, entre outros.

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Vitor Araújo


Compositor. Orquestrador. Instrumentista. Vitor Araújo é um multiartista pernambucano radicado em São Paulo. Iniciou seus estudos aos nove anos de idade, no Conservatório Pernambucano de Música. Destacou-se na infância e na adolescência pelos vários prêmios que recebeu, como a Menção Honrosa no Concurso Magda Tagliaferro.

Vitor passeia musicalmente pelo jazz e pela música popular brasileira. Participou do Festival de Inverno de Garanhuns e da Mostra Internacional de Música de Olinda, ao lado de ícones como: Antonio Menezes, Naná Vasconcelos, Egberto Gismonti, Yamandú Costa, Hamilton Holanda e Isaac Karabtchevsky.

“Batizado com o nome de pássaro cultuado pelo folclore indígena, Levaguiã Terê [álbum de 2017 do compositor] investe na mistura de sons indígenas, africanos e europeus com um toque brasileiro. Mas a produção capitaneada por Bruno Giorgi com o próprio Vitor Araújo afasta o álbum da rota dos ranços folclóricos. Há instrumentos do universo roqueiro nos arranjos sinfônicos que harmonizam cordas e percussões. De arquitetura orquestral, a mistura é moderna, experimental e conceitual.”

– Mauro Ferreira

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Orkestra Rumpillez


A Orkestra Rumpilezz é um orquestra de percussão e sopros criada em 2006 pelo maestro, compositor e arranjador Letieres Leite.

O nome da orquestra resulta da aglutinação dos nomes de três atabaques usados no candomblé (rum, rumpi e lé), com as últimas letras da palavra jazz. “Dos cinco percussionistas da orquestra, três pelo menos são fortemente ligados ao candomblé. São eles que tocam os instrumentos. O rum, o mais sacro, só uma pessoa entre os percussionistas toca”, explica Letieres Leite.

Trata-se de uma orquestra de música popular instrumental que acrescenta à música ancestral baiana uma roupagem harmônica moderna, com percussão de matriz africana e sob influência do jazz moderno. Tanto as composições como os arranjos de autoria de Letieres Leite são concebidos a partir das claves e desenhos rítmicos do universo percussivo da Bahia — com inspiração em grandes agremiações percussivas de Salvador como o Ilê Aiyê e Olodum-, no samba de roda do Recôncavo e no candomblé.

A Orkestra de afro-jazz (inspirada nas “Big-Bands” do Jazz) é formada por cinco músicos de percussão (atabaques, surdos, timbal, caixa, agogô, pandeiro, caxixi) e 14 músicos de sopro (4 trompetes, 4 trombones, 2 saxes alto, 2 saxes tenor, 1 sax barítono e 1 tuba).

A Orkestra Rumpilezz já realizou trabalho com importantes nomes da música: Gilberto Gil, Lenine, Joshua Redman, Arturo O’farrill, Steve Bernstein, Max de Castro, Toninho Horta, Mariana Aydar, Carlinhos Brown,entre outros.

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Tom Zé


Antônio José Santana Martins (Irará, 11 de outubro de 1936), mais conhecido como Tom Zé, é um compositor, cantor, arranjador e jardineiro brasileiro.

É considerado uma das figuras mais originais da música popular brasileira, tendo participado ativamente do movimento musical conhecido como Tropicália nos anos 1960 e se tornado uma voz alternativa influente no cenário musical do Brasil.

A partir da década de 1990 também passou a gozar de notoriedade internacional, especialmente devido à intervenção do músico britânico David Byrne.

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Dori Caymmi


Enraizado na Bossa Nova com um som próprio, Dori Caymmi é um músico de jazz de classe mundial e vencedor do Grammy. Seguindo os passos de seu pai icônico, Dorival Caymmi, sua música é uma fusão de jazz, pop e traços brasileiros que se fundem em um som suave que ecoa a história de sua família.

Após numerosos lançamentos e vários prêmios, incluindo a Comenda Tiradentes (a mais alta honra concedida pelo Legislativo do estado de Minas Gerais), Dori continua a escrever, organizar e tocar música de maneira inimitável, lançando recentemente o Poesia Musicada, um concurso memórias à memória de seu falecido pai.

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Doralyce


Cantora, compositora. Cresceu dividida entre a Zona da Mata Sul e a Região Metropolitana do Recife, começou a carreira em 2010, época que entrou para o Grupo Artístico Percussivo Conxitas assumindo um dos vocais, inspirada em ritmos regionais e interpretando artistas pernambucanos.

“Doralyce, negra, nordestina, feminista. Uma pernambucana que acredita na força da suas letras para levar conhecimento às pessoas e transformar a realidade política e social do país, sem receio de expor ideias e assumir posições. (…)

Nascida em Recife, criada entre Olinda e Palmares, começou a cantar aos 3 anos, na igreja. Doralyce estudou, ao mesmo tempo, Direito na Faculdade Maurício de Nassau, e Ciências Sociais, na Universidade Federal Rural de Pernambuco. Se formou no primeiro curso. Em 2014, depois de passar na prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), decidiu então viver da arte.

Ela explica que suas músicas são pautadas pela sonoridade, na escola da música popular brasileira, mas destaca que as referências ideológicas são fundamentais ao seu discurso. E então enumera: a escritora Conceição Evaristo, Pai Beto de Oxum, a cantora e compositora Lia de Itamaracá, Elza Soares e Zenaide Zen, estudiosa do afro-centrismo, além de Luiz Melodia, Chico Science, a banda Mundo Livre S/A, a cantora, compositora e namorada Bia Ferreira, Preta Rara, entre outras.”

fonte: https://www.redebrasilatual.com.br/destaques/2019/07/doralyce-sem-meias-palavras-a-democracia-e-uma-ditadura-que-perdeu-o-disfarce/

Youtube: Doralyce
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